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Um homem de 58 anos apresenta febre, tosse produtiva, dor torácica e dispneia há oito dias, sem melhora após antibioticoterapia oral. A tomografia computadorizada evidencia derrame pleural loculado com espessamento pleural (sinal da pleura dividida), e a ultrassonografia confirma múltiplas septações.

Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.

Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
Uma mulher de 54 anos foi submetida à ressecção em bloco de um tumor da parede torácica envolvendo a 4ª à 6ª costelas esquerdas. Permaneceu defeito ântero-lateral de 12 × 10 cm, com exposição parcial do pulmão e sem sinais de infecção. Considerando esse cenário, a reconstrução mais adequada consiste em 
Um homem de 46 anos procura atendimento por dor localizada na parede torácica anterior direita há oito meses, de caráter progressivo e predominante no período noturno. Ao exame físico observa-se massa endurecida, fixa ao gradil costal, medindo aproximadamente 6 cm de diâmetro, dolorosa à palpação. A tomografia computadorizada evidencia lesão expansiva envolvendo o arco anterior da sexta costela, com destruição cortical, calcificações em anéis na matriz tumoral e extensão para os tecidos moles adjacentes, sem sinais de invasão pulmonar; sem evidencia de doença à distância. A biópsia por agulha grossa revelou neoplasia cartilaginosa de baixo grau. Na discussão multidisciplinar, concluiu-se tratar-se de um tumor primário da parede torácica.

Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em 
Um adolescente de 16 anos é encaminhado ao ambulatório de cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da parede anterior do tórax desde a infância, com acentuação durante a puberdade. Relata desconforto estético importante e dispneia aos esforços intensos. Ao exame físico observa-se um afundamento da região central do tórax. Não há sinais clínicos de síndrome do tecido conjuntivo.

O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a qual consiste em