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No leito 12 da sua enfermaria está um paciente de 58 anos que foi submetido à fundoplicatura laparoscópica pela técnica de Nissen, para tratamento da doença do refluxo gastroesofágico associada à hérnia hiatal. Evolui satisfatoriamente nas primeiras 24 horas. No terceiro dia do pós-operatório, apresenta dor retroesternal intensa, disfagia importante, quadro de febre com 38,8 ?C, taquicardia, hemograma com leucocitose e crepitação palpável na região cervical. O abdome é discretamente doloroso, sem sinais de irritação peritoneal difusa. Tem saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. Diante desse quadro, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais apropriada são:  
Seu paciente é um homem de 72 anos que será submetido à hemicolectomia esquerda para tratamento de adenocarcinoma no sigmoide. Ele tem história patológica pregressa de hipertensão arterial, é diabético, ex-tabagista por 30 anos com 50 maços/ano, é portador de doença arterial coronariana tratada com angioplastia há quatro anos e refere dispneia aos pequenos esforços, conseguindo subir apenas um lance de escadas, lentamente. Ao exame físico, apresenta IMC de 31 kg/m², pressão arterial de 145/85 mmHg, frequência cardíaca de 82 bpm e ausculta pulmonar sem alterações significativas. Os exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,2 g/dL, creatinina de 1,5 mg/dL e albumina sérica de 2,9 g/dL. Considerando a avaliação pré-operatória para uma cirurgia de grande porte, a conduta mais adequada é
Você examina uma paciente de 58 anos, portadora de colelitíase, que procurou o serviço de emergência com dor intensa no epigástrio irradiada para o dorso, iniciada há 24 horas, acompanhada de náuseas e vômitos. Ao exame físico, ela apresenta taquicardia, hipotensão, taquipneia e febre. Os exames laboratoriais demonstram elevação de amilase e lipase, leucocitose e creatinina elevada. A tomografia contrastada evidencia extensa necrose pancreática e coleções peripancreáticas, sem a presença de gás. Após as medidas iniciais de estabilização, permanece em unidade de terapia intensiva. Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada para o caso será  
Seu paciente é um jovem longilíneo de 21 anos, previamente hígido, universitário, estudante de música com saxofone. Vem ao pronto-socorro por dor torácica súbita em hemitórax direito, seguida de dispneia progressiva há aproximadamente uma hora. Durante a avaliação, evolui com intensa dificuldade respiratória, ansiedade, sudorese fria e incapacidade de completar frases. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 36 irpm, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 82/54 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 84% em ar ambiente. Observa-se importante redução da expansibilidade do hemitórax direito, ausência de murmúrio vesicular ipsilateral, hipertimpanismo à percussão e distensão das veias jugulares. Não há história de trauma recente. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, a conduta inicial mais adequada é 
Você é chamado(a) à sala de pediatria para examinar uma criança de 11 meses, previamente hígida, que foi levada ao pronto socorro por episódios recorrentes de choro intenso, com flexão dos membros inferiores sobre o abdome, intercalados por períodos de aparente melhora. Nas últimas oito horas, ela apresentou três episódios de vômitos, recusa alimentar e eliminação de fezes com pequena quantidade de sangue e muco. Ao exame físico, encontra-se irritada, afebril, com abdome discretamente distendido e dor à palpação do quadrante superior direito, onde se percebe uma massa alongada e móvel. Não há sinais de perfuração intestinal nem instabilidade hemodinâmica. O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada serão: