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Mulher de 48 anos, G3/P3/A0, refere perda involuntária de fezes sólidas há cerca de 2 anos, com piora progressiva. Nega cirurgias anorretais prévias. Ao exame proctológico, observa-se tônus esfincteriano reduzido ao toque retal e cicatriz perineal anterior compatível com laceração obstétrica prévia. A manometria anorretal demonstra redução da pressão de repouso e pressão de contração voluntária dentro dos limites da normalidade. Assinale a opção que apresenta o exame complementar a ser solicitado a seguir e o achado esperado que confirmará a hipótese diagnóstica? 
Mulher de 58 anos, sem comorbidades relevantes, é diagnosticada com carcinoma de células escamosas do canal anal após biópsia de lesão ulcerada de 3,5 cm identificada à anuscopia. O estadiamento clínico da doença mostra tratar-se de T2-N0-M0. A paciente é submetida a quimiorradioterapia conforme protocolo de Nigro modificado, com resposta clínica completa confirmada 26 semanas após o término do tratamento. A conduta mais adequada para essa paciente para os primeiros 2 anos de seguimento é: 
Uma paciente de 64 anos, não tabagista, com história de náuseas e vômitos pós-operatórios em uma colecistectomia videolaparoscópica há 5 anos, é admitida para ressecção anterior do reto por adenocarcinoma. O anestesiologista aplica a escala de risco de NVPO preconizada pelo protocolo ERAS no ambulatório pré-operatório e estratifica o risco da paciente. A conduta medicamentosa adequada para a prevenção de náuseas se vômitos pós-operatóriospara o caso, é
Menino de 8 anos é trazido ao ambulatório com queixa de diarreia crônica, dor abdominal recorrente e dificuldade de ganho de peso há cerca de um ano. Episódios esporádicos de hematoquezia são relatados pelos pais. A família mostra-se preocupada pois o pai tratou câncer colorretal aos 50 anos. Ao exame físico, não há alterações na pele ou mucosas. A colonoscopia realizada para investigação demonstra quatro pólipos sésseis de aspecto avermelhado e superfície irregular no cólon e reto, com tamanhos entre 0,8 e 2 cm. O anatomopatológico revela pólipos hamartomatosos sem displasia. A conduta correta, nesse caso, é indicar 
Mulher de 34 anos, tabagista, com IMC de 32 kg/m², apresenta nódulos subcutâneos dolorosos na região perianal e inguinal há 5 anos, com períodos de melhora espontânea e reagudização. Ao exame, observam-se trajetos fistulosos intercomunicantes, com drenagem de secreção purulenta, e cicatrizes retráteis. Os exames endoscópicos do cólon, reto e ânus são normais. Assinale a opção que descreve corretamente o mecanismo etiopatogênico da doença.
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