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Menino de 7 anos, trazido pela mãe, apresenta escape fecal nas roupas íntimas diariamente há cerca de 4 meses. A mãe relata que a criança não tem vontade de evacuar e que a criança não tem constipação uma vez que as fezes encontradas nas roupas são de consistência pastosa. Ao exame físico, observa-se massa palpável na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. O toque retal demonstra ampola retal repleta de fezes endurecidas. A criança evacua espontaneamente apenas uma vez por semana. O exame diagnóstico indicado para se descartar de doença de Hirschsprung e confirmar o diagnóstico de encoprese retentiva por constiupação funcional -e o(a) 
Homem de 42 anos, sem comorbidades, procura atendimento com queixa de drenagem purulenta perianal intermitente há 6 meses. Ao exame proctológico, identifica-se orifício externo em posição posterior, a 3 cm da margem anal e cripta deprimida em 6 horas ao toque retal. A ultrassonografia endoanal mostra trajeto interesfincteriano, sem ramificações, com comprometimento de aproximadamente 15% do esfíncter externo. A conduta mais adequada para esse paciente é 
Mulher de 44 anos, sem comorbidades, refere constipação intestinal grave há 10 anos, com frequência evacuatória média de uma vez por semana, sem resposta a terapia por laxativos osmóticos, estimulantes, fibras e procinéticos em doses plenas. Nega dor abdominal como sintoma predominante. A manometria anorretal e a defecografia não configuram obstrução de saída. O estudo de trânsito colônico com 24 marcadores radiopacos demonstra retenção de 19 marcadores no cólon esquerdo no 5º dia do exame. A conduta mais adequada para essa paciente é
Mulher de 52 anos, com diagnóstico de retocolite ulcerativa pancolônica há 11 anos, habitualmente em remissão clínica com mesalazina oral, procura atendimento por piora do hábito intestinal há 3 semanas. Realiza-se colonoscopia que demonstra mucosa com padrão inflamatório difuso e, nas biópsias aleatórias do cólon transverso, o anatomopatológico revela displasia de baixo grau. Não há lesão visível ao exame endoscópico. A conduta mais adequada nesse caso é 
Homem de 54 anos, sem comorbidades, é diagnosticado com adenocarcinoma de reto médio. A RNM de pelve demonstra tumor de 4,5 cm, T3N2M0, com margem circunferencial de ressecção ameaçada (distância tumor-fáscia mesoretal < 1 mm) e evidência de invasão vascular extramural. As tomografias de tórax, abdome e pelve não demonstram doença a distância. A conduta mais adequada para nesee caso é