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Paciente de 17 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com dor abdominal iniciada há 72 horas em região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Evoluiu com febre de 39,1 °C, náuseas, vômitos, anorexia e piora progressiva da dor. Ao exame físico apresenta dor à palpação da fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e dor à descompressão brusca. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 19.800/mm³ com desvio à esquerda e proteína C-reativa de 28 mg/L. A hipótese diagnóstica mais provável é 
Paciente de 45 anos, sexo masculino, procura atendimento com história de desconforto epigástrico há cerca de oito meses, associado à plenitude pós-prandial e episódios ocasionais de melena. Refere perda ponderal discreta de 3 Kg no período. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Ao exame físico apresenta discreta palidez cutaneomucosa, sem massas abdominais palpáveis. Os exames laboratoriais demonstram anemia ferropriva leve. A endoscopia digestiva alta evidencia espessamento difuso de pregas no antro e corpo gástricos, associado a lesões ulceradas superficiais multifocais com aspecto infiltrativo de baixo relevo. A hipótese diagnóstica mais provável é 
Paciente de 16 anos, sexo feminino, procura atendimento por episódios intermitentes de sangramento nas fezes há cerca de seis meses. Nega dor abdominal, diarreia, perda ponderal ou alteração do hábito intestinal. Refere que os episódios não apresentam relação com o ciclo menstrual. Os exames laboratoriais demonstram anemia ferropriva discreta e ferritina reduzida. Durante a anamnese informa que sua mãe foi submetida à colectomia aos 34 anos e que sua irmã, aos 22 anos, também necessitou de cirurgia colorretal após investigação endoscópica. Questionada, refere não saber qual era a doença dessas familiares, apenas que ambas realizavam colonoscopias frequentes desde a adolescência. Ao exame físico observam-se pequenas lesões nodulares endurecidas na mandíbula, previamente consideradas benignas em avaliação odontológica previamente diagnosticadas como osteomas mandibulares. A seguinte alteração molecular está mais provavelmente associada à síndrome sugerida pelo quadro clínico: 
Paciente de 50 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com dor epigástrica intensa irradiada para o dorso, associada a náuseas e vômitos há cerca de 24 horas. Relata episódios semelhantes nos últimos meses, sempre de menor intensidade. É portador de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, em uso regular de Metformina, Empagliflozina, Losartana e Rosuvastatina. Nega etilismo e apresenta ultrassonografia abdominal sem evidências de colelitíase, coledocolitíase ou dilatação das vias biliares. Os exames laboratoriais demonstram lipase elevada, amilase discretamente aumentada e triglicerídeos dentro da faixa de normalidade. A tomografia computadorizada evidencia sinais de pancreatite aguda e tecido pancreático circundando a segunda porção do duodeno, associado à dilatação do estômago e da primeira porção duodenal. A alteração embriológica que explica os achados clínicos e tomográficos apresentados reside no fato de que o quadro decorre de 
Paciente de 25 anos, sexo feminino, procura consulta por preocupação com seu risco de desenvolver câncer. Relata que seu pai foi submetido a colectomia por câncer colorretal aos 35 anos. Refere ainda que seu irmão, de 31 anos, encontra-se internado após cirurgia de urgência por obstrução intestinal secundária a neoplasia colorretal. Nega dor abdominal, alteração do hábito intestinal, perda ponderal ou sangramento digestivo. A paciente informa ainda que uma tia paterna foi diagnosticada com câncer de endométrio aos 46 anos. Considerando o quadro clínico, assinale a afirmativa correta a respeito da principal hipótese diagnóstica e da conduta mais adequada nesse momento.