Filtrar


Questões por página:
Homem de 45 anos refere abscesso anal drenado espontaneamente há 4 meses, sem resolução completa, com drenagem de secreção purulenta persistente por dois orifícios externos localizados nas regiões isquiorretais direita e esquerda. A ressonância magnética demonstra trajeto fistuloso posterior intercomunicante, atravessando o espaço situado entre o músculo elevador do ânus e o ligamento anococcígeo. O seguinte espaço anatômico permite a propagação do processo supurativo de um espaço isquiorretal ao contralateral, nesse caso: 
Mulher de 25 anos, sem comorbidades, apresenta dor anal intensa durante e após a evacuação, há 3 meses. O exame proctológico mostra úlcera linear de bordos regulares com exposição de fibras do esfíncter interno localizada em linha média posterior. Observa-se ainda papila hipertrófica proximal e presença de plicoma. A manometria anorretal mostra hipertonia do esfíncter interno. O seguinte mecanismo fisiopatológico explica a cronificação da lesão e a resistência à cicatrização: 
Gestante de 32 anos, com 34 semanas de gestação, procura atendimento de urgência por dor anal intensa e prolapso há 18 horas. Ao exame observam-se hemorroidas internas prolabadas, irredutíveis, com edema acentuado e mucosa com alteração de coloração sugestiva de comprometimento vascular incipiente. Não há sinais de necrose franca. A paciente encontra-se com sinais vitais normais e sem contrações uterinas. A conduta correta nesse caso é 
Paciente de 67 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com icterícia progressiva há três semanas, colúria, perda ponderal de 12 kg nos últimos três meses, anorexia e dor contínua em região epigástrica irradiada para o dorso. Ao exame físico, apresenta icterícia cutaneomucosa, frequência cardíaca de 96 bpm, pressão arterial de 118 × 72 mmHg e vesícula biliar palpável, indolor. Os exames laboratoriais demonstram: bilirrubina total 12,4 mg/dL, bilirrubina direta 10,2 mg/dL, fosfatase alcalina 842 U/L, gama-glutamiltransferase 1.186 U/L, AST 168 U/L, ALT 194 U/L, CA 19-9 986 U/mL e CEA 9,2 ng/mL. A tomografia computadorizada de abdome com contraste evidencia massa sólida hipoatenuante de 3,8 cm na cabeça do pâncreas, causando dilatação simultânea do colédoco e do ducto pancreático principal (sinal do duplo ducto), sem evidências de metástases hepáticas ou pulmonares. O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica desse paciente é 
Paciente de 58 anos, sexo feminino, procura o pronto-socorro com dor intensa em hipocôndrio direito há dois dias, associada à febre, calafrios, náuseas, vômitos, colúria e icterícia progressiva. Ao exame físico, apresenta febre de 38,9 °C, frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 102 × 64 mmHg, dor à palpação do hipocôndrio direito e sinal de Murphy negativo. Os exames laboratoriais demonstram hemoglobina 12,5 g/dL, leucócitos 18.600/mm³, proteína C-reativa 232 mg/L, bilirrubina total 8,2 mg/dL, bilirrubina direta 6,8 mg/dL, fosfatase alcalina 694 U/L, gama-glutamiltransferase 948 U/L, AST 184 U/L, ALT 208 U/L, creatinina 0,9 mg/dL e lactato 1,6 mmol/L. A colangiorressonância evidencia cálculo único de 12 mm impactado no colédoco distal, dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas e vesícula biliar com múltiplos cálculos. A conduta inicial mais apropriada para essa paciente é