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Uma psicóloga escolar realiza avaliação de um menino de 10 anos encaminhado devido a dificuldades persistentes de rendimento acadêmico e queixas de comportamento “desatento”. Segundo os pais, desde os primeiros anos do ensino fundamental a criança apresenta dificuldade para manter atenção em atividades longas, esquece materiais escolares, perde objetos e deixa tarefas inacabadas frequentemente. Os professores relatam que ele parece não escutar instruções completas, distrai-se facilmente e demonstra inquietação motora, levantando-se repetidamente da cadeira durante as aulas. Apesar disso, consegue permanecer longos períodos concentrado em jogos eletrônicos e atividades de interesse específico. Não há evidências de deficiência intelectual, alterações sensoriais ou transtornos neurológicos conhecidos.

Quanto à hipótese de transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), nesse caso, é correto afirmar que 
Em um ambulatório de saúde mental uma psicóloga acompanha uma jovem de 23 anos encaminhada após repetidos episódios de crises emocionais intensas e conflitos interpessoais. Segundo relato da paciente, seus relacionamentos costumam ser “muito intensos”, alternando rapidamente entre idealização e decepção profunda. Refere medo persistente de abandono, episódios frequentes de impulsividade envolvendo gastos excessivos e relações afetivas instáveis, além de histórico de automutilação superficial em momentos de intenso sofrimento emocional. Durante as entrevistas, apresenta oscilação importante do humor ao longo do dia, sentimentos recorrentes de vazio e intensa sensibilidade a críticas percebidas como rejeição. Não há evidências de episódios maníacos ou hipomaníacos persistentes.

Com base nos critérios diagnósticos atuais, é correto afirmar que
Uma criança de 9 anos é encaminhada pela escola para avaliação psicológica devido a conflitos frequentes com professores e colegas. Segundo os pais, nos últimos 10 meses a criança tem apresentado irritabilidade constante, reagido com intensidade a pequenas frustrações, discutido com adultos e com frequência se recusado a cumprir regras domésticas. Em sala de aula, costuma desafiar orientações dos professores, responsabilizar os colegas por problemas ocorridos e demonstrar comportamento ressentido após ser corrigida. Apesar dos conflitos, não há relatos de agressões físicas graves, furtos, destruição de objetos ou violações importantes de direitos alheios.

Com base no DSM-5-TR, é correto afirmar que
Um adolescente de 14 anos é encaminhado pela escola para avaliação psicológica devido a mudanças importantes no comportamento nos últimos seis meses. Segundo os pais, o jovem tornou-se mais isolado, apresenta irritabilidade frequente, queda acentuada no rendimento escolar e episódios de recusa em frequentar atividades sociais. Durante a entrevista inicial, a mãe demonstra intensa preocupação com possível depressão, enquanto o pai minimiza as dificuldades, atribuindo-as à “fase da adolescência”. O adolescente participa da entrevista de forma pouco espontânea, responde apenas o necessário e evita aprofundar conteúdos emocionais.

Considerando os princípios do planejamento do psicodiagnóstico psicodinâmico, a conduta inicial tecnicamente adequada do psicólogo responsável é
Foi realizado o psicodiagnóstico psicodinâmico de um adolescente de 15 anos encaminhado por queda abrupta no rendimento escolar e conflitos familiares intensos após a separação dos pais. Ao longo do processo avaliativo, o psicólogo responsável observou sentimentos de rejeição, insegurança vincular e intenso sofrimento relacionado ao conflito parental, embora o adolescente mantivesse funcionamento adaptativo global preservado. Em entrevista individual, o jovem verbalizou receio de que “meus pais descubram tudo o que falei”, enquanto os responsáveis demonstravam expectativa de receber explicações objetivas sobre o comportamento do filho.

Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta adequada para a entrevista devolutiva é