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Sobre a questão social e o Serviço Social, é correto afirmar que:
"Minas Gerais possui cerca de 5,04 milhões de pessoas que vivem com algum nível de insegurança alimentar (...)"

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/202 5/06/07

Essa realidade não atinge apenas o estado de Minas Gerais, pois ao contrário do desejável, é um problema de grandes proporções a nível mundial. Mas, o que é a segurança alimentar?
Em grandes cidades brasileiras, o aumento do custo de vida tem prejudicado diretamente as famílias de baixa renda, especialmente em relação à alimentação e transporte. Qual ação governamental pode contribuir para reduzir os efeitos desse problema?
Matos (2015) descreve uma gama de iniciativas do Conjunto CFESS/CRESS sobre o fortalecimento, compreensão e socialização das atribuições privativas e competências profissionais do/a assistente social. Dentre elas, destaca-se a elaboração de documentos, denominados “subsídios para o trabalho profissional”, como as publicações dos Parâmetros de atuação na política de saúde; na política de assistência social; na educação; no espaço sociojurídico. Os documentos citados terminam por colaborar na ampliação do debate das competências e atribuições privativas da profissão, contestando uma ideia reproduzida no passado recente da categoria de “que assistentes sociais sabiam dizer o que não era sua competência, mas não sabiam informar quais eram” (p.693). Nessa lógica, essas produções propiciaram e representam
As reflexões acerca da inserção do Serviço Social nos diversos Programas de Residência no país, multi ou uniprofissionais, destacam reiteradamente algumas preocupações históricas e estruturantes, como as que seguem: “A proposta de formação em saúde, por meio das residências multiprofissionais, ainda que tenha formulações importantes que se aproximam dos princípios do projeto Reforma Sanitária dos anos 1980, contraditoriamente vem servindo para mascarar a precarização do trabalho. Isso é nitidamente percebido pelo investimento de bolsas para a contratação de força de trabalho qualificada, sobretudo chancelada pela universidade e/ou instituições de ensino e pesquisa, em detrimento da ocupação dos postos de trabalho nos serviços de saúde” (SOUZA, 2024, p.367). Diante do exposto, a autora considera fundamental não perder de vista que os programas de residência em saúde devem consubstanciar propostas pedagógicas