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No contexto das múltiplas linguagens, a geografia escolar tem uma linguagem específica, que contribui para materializar o conhecimento geográfico escolar desde os anos iniciais de escolaridade. Faz parte da multimodalidade de linguagens e é importante para o conhecimento geográfico na medida em que apresenta usos informais, mas ao aprender seus usos formais, esses facilitam a leitura e compreensão de um mapa temático.
(Sonia Castellar, [...] e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)

A linguagem específica da geografia escolar, nesse contexto, é a
Sem dúvida a escola também cria seus conhecimentos, mas é fundamental entender que será na escola que o aluno de diferentes classes sociais terá acesso ao conhecimento social e historicamente construído. A escola é o local da sistematização dos conceitos e conteúdos que historicamente são importantes para a construção do conhecimento científico dos alunos e, por isso, é fundamental a valorizarmos.
(Sonia Castellar, [...] e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)

A escola não é o único lugar para obter saberes, hoje se entende que há diferentes locais, como museus, praças, parques, ruas que geram conhecimento e servem para obtenção de conteúdos. Esses espaços são denominados de
O pensamento espacial é complexo, requer observar, comparar, relacionar, analisar, argumentar e elaborar crítica, portanto, os estudantes de graduação, sejam eles da geografia ou da pedagogia, precisam ter uma formação inicial que garanta a compreensão dessa categoria geográfica importante para ler mapas e interpretar situações do cotidiano.
(Sonia Castellar, [...] e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)

Segundo a autora, há diversos tipos de “mudança espaço­-tempo”. Atuando em sala de aula no contexto de uma atividade com mapas, considere a seguinte pergunta: “Quais áreas da bacia hidrográfica do rio Araguaia eram cobertas por cerrados em janeiro de 1980 e, em 2010, estão cobertas por agricultura de soja?”

Esta pergunta está associada às mudanças 
A zona costeira atlântica do Brasil constitui um domínio de natureza pela sua disposição norte-sul – do Amapá ao Rio Grande do sul – e pelas variações setoriais de seus ecossistemas. Apresentam planuras costeiras argilorgânicas que servem de suporte para a vegetação local. Constituem-se em ecossistemas típicos de helobiomas salinos.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

A vegetação predominante no ambiente descrito no texto 
Consiste em uma paisagem onde se destacam bosques de pinhais, emergindo de florestinhas subtropicais, passando em determinados setores a bosquetes pontilhando pradarias de altitude ou cedendo lugar a altos campos limpos em solos arenosos.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

O texto apresenta características presentes no contexto do domínio morfoclimático e fitogeográfico