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A eficiência na atuação do vigilante, conforme previsto na Constituição Federal, exige que o trabalho seja realizado da melhor maneira possível e de forma eficaz, garantindo a proteção do patrimônio público e a segurança das pessoas, sem a necessidade de comunicação com as autoridades em caso de incidentes.
Em relação à segurança do patrimônio público, a atuação do vigilante deve pautar-se em princípios como prevenção e inibição, sendo a capacidade de reação dividida em ativa e passiva, onde a reação passiva se caracteriza pela comunicação às autoridades competentes e a reação ativa pela intervenção direta em situações de risco iminente.
A prevenção de danos ao patrimônio público é um princípio fundamental na atuação do vigia, devendo ser priorizada por meio de ações proativas e de monitoramento constante, enquanto a inibição se concretiza pela presença ostensiva e pelo uso de tecnologias como câmeras de segurança.
A comunicação de incidentes às autoridades competentes, como a polícia, e aos superiores hierárquicos, é uma etapa crucial na gestão de segurança, permitindo uma resposta coordenada e eficaz para a preservação do patrimônio e a manutenção da ordem.
Em situações de depredação de patrimônio público, a capacidade de reação ativa do vigia envolve a comunicação imediata às autoridades policiais, sem a necessidade de intervenção física direta, a menos que haja risco iminente à vida.