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A função gerencial, privativa do enfermeiro, conforme o Decreto nº 94.406/1987, inclui a responsabilidade de prover e manter pessoal de enfermagem qualificado e em número suficiente. Portanto, o planejamento e a gestão de recursos humanos são atribuições essenciais do enfermeiro para garantir a continuidade e a qualidade da assistência de enfermagem.
A Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, Lei nº 7.498/1986, estabelece competências privativas do enfermeiro, como a prescrição da assistência de enfermagem e cuidados diretos a pacientes graves. O dimensionamento adequado da equipe de enfermagem, conforme preconizado pelo Conselho Federal de Enfermagem, deve considerar essas competências privativas para garantir uma divisão de trabalho que não sobrecarregue os profissionais e assegure a qualidade da assistência.
De acordo com o Código de Ética Funcional do Servidor Público do Estado de Alagoas (Lei Estadual nº 6.754/2006), a vedação de se ausentar o servidor público do serviço sem permissão da autoridade competente, com o fim de participar de gerência ou administração de empresa privada, de sociedade civil ou de associação, ou de exercer o comércio, salvo a exceção de licença, é absoluta, não admitindo qualquer tipo de flexibilização ou permissão, mesmo que para fins de interesse público superior.
A gestão da farmácia de um hospital público enfrenta o desafio de otimizar o fluxo de medicamentos, desde a aquisição até a dispensação final aos pacientes. Recentemente, a equipe identificou um aumento no tempo de espera para a liberação de medicamentos de alto custo e na ocorrência de faltas pontuais de itens essenciais, o que impacta a continuidade do tratamento e a satisfação dos usuários. O farmacêutico gerente propôs uma reestruturação dos processos internos.
Um hospital público de grande porte está implementando um novo sistema de dispensação de medicamentos para otimizar o uso de recursos e garantir a segurança do paciente. A equipe de farmácia hospitalar discute os modelos de distribuição, considerando a necessidade de adequar a quantidade de fármacos às demandas específicas de cada unidade de internação e de cada paciente. A escolha do modelo impacta diretamente o controle de estoque, a prevenção de desperdícios e a eficácia terapêutica.