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Um paciente de 40 anos, sem comorbidades, é admitido no pronto-socorro 30 minutos após ser picado por uma abelha. Ele evolui rapidamente com prurido generalizado, placas urticariformes, edema de lábios e pálpebras, dispneia com sibilos audíveis e sensação de "garganta fechando". Ao exame, apresenta-se hipotenso (PA 70/40 mmHg) e taquicárdico (140 bpm). Qual é a medida terapêutica de maior impacto e que deve ser administrada imediatamente para reverter este quadro de anafilaxia?
Um paciente de 25 anos, vítima de queda de motocicleta em alta velocidade, chega ao pronto-socorro intubado, sedado e em ventilação mecânica. Durante a avaliação primária (ABCDE), na etapa 'B' (Respiração e Ventilação), o médico nota que o paciente está hipotenso (PA 80/40 mmHg), taquicárdico (140 bpm), com murmúrio vesicular abolido à esquerda e turgência jugular patológica. A traqueia parece desviada para a direita. Qual é a hipótese diagnóstica principal e a conduta imediata?
Um paciente de 70 anos, em uso crônico de Varfarina para fibrilação atrial, necessita iniciar tratamento para uma infecção fúngica (onicomicose) com Itraconazol oral. O médico assistente deve estar ciente que a introdução desse fármaco(ou medicamento) pode causar uma interação farmacocinética clinicamente relevante, pois se trata de um potente inibidor do citocromo P450, especificamente da isoenzima CYP3A4, e também da CYP2C9, que metaboliza a Varfarina. Qual é a consequência clínica esperada desta interação?
A avaliação combinada da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), proposta pela GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease), classifica os pacientes em grupos para orientar a terapêutica inicial. Recentemente, essa classificação foi atualizada (Relatório GOLD 2023), simplificando a abordagem. Sobre esta nova classificação, analise as afirmativas a seguir:

I.A nova classificação aboliu os grupos C e D, unindo todos os pacientes com histórico de exacerbações frequentes (? 2 moderadas ou ? 1 grave no último ano) em um único grupo, denominado Grupo E (Exacerbador).
II.A classificação espirométrica (GOLD 1 a 4, baseada no Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo - VEF1) deixou de ser usada para avaliar a gravidade da limitação ao fluxo aéreo.
III.Os pacientes com baixa carga de sintomas (mMRC 0-1 ou CAT < 10) e baixo risco de exacerbações (0 ou 1 moderada no último ano) permanecem classificados como Grupo A.

Está correto o que se afirma em:
Um paciente de 60 anos, com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 há 15 anos, em uso irregular de metformina e glibenclamida, procura a Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele está assintomático do ponto de vista visual. No entanto, o rastreamento de complicações crônicas é parte essencial do seu acompanhamento. Qual exame é o padrão-ouro para o rastreamento da Retinopatia Diabética e qual o achado inicial mais comum desta complicação?