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Um paciente com diagnóstico de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) apresenta dispneia aos mínimos esforços, tosse crônica e produção de expectoração. O fisioterapeuta elabora um plano de reabilitação pulmonar com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e a capacidade funcional do paciente. Uma das estratégias cruciais nesse processo envolve técnicas que visam otimizar a higiene brônquica e a ventilação. Qual das alternativas representa uma estratégia de reabilitação eficaz para este paciente?
Uma jovem de 16 anos procura um fisioterapeuta com queixas de dor lombar e desvio postural notado por seus pais. Ao realizar a avaliação, o profissional identifica uma escoliose idiopática do tipo torácica direita, com convexidade para a direita. É fundamental que o fisioterapeuta compreenda a patomecânica envolvida para propor um tratamento eficaz. Qual das alternativas descreve corretamente a abordagem inicial para correção dessa anomalia postural?
Um paciente de 65 anos, após um acidente vascular cerebral (AVC), apresenta dificuldade em realizar movimentos de aproximação dos membros superiores em relação ao plano mediano do corpo. O fisioterapeuta, ao avaliar a funcionalidade do paciente, precisa descrever esse tipo de movimento para orientar o plano de reabilitação. Considerando os conceitos de movimento corporal, assinale a alternativa que descreve corretamente o movimento descrito.
Um paciente é admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de insuficiência respiratória aguda após uma cirurgia de grande porte. A radiografia de tórax revela um colapso parcial de um lobo pulmonar, com opacidade e desvio das estruturas mediastinais. O médico suspeita de uma condição onde os alvéolos perdem seu volume. Qual das alternativas descreve corretamente essa condição?
Em uma unidade básica de saúde, uma equipe multidisciplinar discute o caso de um paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) em estágio avançado. O paciente apresenta dispneia intensa, dificuldade de realizar atividades básicas de vida diária e frequentes exacerbações. A equipe precisa definir as estratégias de cuidado mais adequadas para melhorar a qualidade de vida e a autonomia do paciente.