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Um servidor público federal, ao redigir um documento oficial para solicitar informações a outro órgão, utilizou uma linguagem excessivamente informal, com gírias e abreviações comuns em conversas cotidianas. Além disso, o texto apresentava repetições desnecessárias e falta de clareza na exposição dos fatos.
Um profissional de saúde, durante o atendimento a um paciente, teve acesso a informações médicas confidenciais e sensíveis. Posteriormente, em uma conversa informal com amigos, ele revelou detalhes sobre o estado de saúde do paciente, sem o consentimento deste e sem qualquer justificativa legal para tal divulgação.
Um agente público, ao realizar uma fiscalização de rotina em um estabelecimento comercial, agiu de forma arbitrária, exigindo propina para não lavrar um auto de infração inexistente. Posteriormente, foi descoberto que o agente utilizou seu cargo para obter vantagem indevida, prejudicando tanto o particular quanto a imagem do serviço público.
Um analista de dados de uma empresa privada, que presta serviços de processamento de informações para um órgão público sob regime de concessão, foi responsável por um vazamento acidental de dados pessoais de cidadãos que utilizavam um serviço público. O incidente gerou grande insatisfação e potenciais prejuízos aos titulares dos dados.
Um servidor público, ao ser questionado sobre a condução de um processo administrativo, expressou opiniões pessoais e juízos de valor sobre os envolvidos, utilizando pronomes de primeira pessoa e um tom de confidência. Tal conduta gerou desconfiança sobre a imparcialidade do procedimento.