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Durante uma aula sobre a Segunda Guerra Mundial,
uma professora utiliza como base de discussão uma
carta escrita por um soldado brasileiro da FEB (Força
Expedicionária Brasileira) e um trecho de filme de época.
Após isso, solicita aos alunos que identifiquem
sentimentos, contradições e diferentes perspectivas
presentes nas fontes. Essa abordagem se insere em
qual concepção de ensino de História?
Ao reformular o currículo da disciplina de História para o
Ensino Médio, uma equipe pedagógica propõe a inclusão
de temas como o papel das mulheres nas revoluções, as
resistências indígenas durante o Brasil Colônia e a
história da África pré-colonial. Um dos coordenadores
questiona se isso não comprometeria a linearidade
cronológica e a "objetividade histórica". Diante dessa
situação, avalie as propostas da equipe sob a
perspectiva da Base Nacional Comum Curricular
(BNCC).
Em uma escola pública, um professor de História decide
utilizar metodologias ativas em uma sequência didática
sobre a Ditadura Militar no Brasil. Ele propõe que os
alunos entrevistem familiares que viveram o período,
analisem fotografias, cartazes e músicas da época, e
elaborem um podcast sobre a censura. Considerando a
função social do ensino de História, avalie essa
abordagem metodológica.
A Idade Moderna caracteriza-se por profundas
transformações culturais e políticas que romperam com
estruturas medievais. O pensamento renascentista
valorizou a razão, a ciência e o humanismo, abrindo
espaço para novas concepções de mundo e de
indivíduo. Paralelamente, a centralização do poder nas
monarquias e a contestação à autoridade da Igreja
Católica redefiniram relações entre Estado, religião e
sociedade. Essas características podem ser identificadas
em qual das opções abaixo?
Durante o planejamento de uma exposição escolar sobre
o "Dia da Independência", um grupo de professores
decide incluir, além das narrativas tradicionais sobre o
grito do Ipiranga, painéis sobre a resistência indígena, o
papel das mulheres e as lutas populares. Um dos
colegas questiona essa abordagem por considerá-la
desnecessária à construção da identidade nacional. Com base na historiografia recente, como essa decisão deve
ser interpretada?