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Assinale a alternativa que apresenta corretamente a principal função do trato corticoespinal lateral.
Mulher de 76 anos, previamente funcional e com bom desempenho social e familiar, é trazida à consulta por seus filhos devido a uma história de esquecimento progressivo há cerca de dois anos. Inicialmente apresentava dificuldade para lembrar compromissos recentes e repetir perguntas feitas há pouco tempo. Com a progressão do quadro, surgiram dificuldades na evocação de palavras, desorientação em ambientes pouco familiares e prejuízo no manejo de finanças e organização doméstica. Não há sinais de alucinações, alterações motoras ou flutuação cognitiva. Exame neurológico mostra mini exame do estado mental (MEEM/MMSE) com 20 pontos e teste do relógio alterado.

Considerando o quadro clínico, quais são, respectivamente, o diagnóstico mais provável e a principal ferramenta complementar para confirmar o diagnóstico e orientar o manejo terapêutico? 
Homem de 28 anos, 78 kg, previamente saudável, é levado ao pronto-socorro pela equipe do SAMU após apresentar uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada com mais de 7 minutos de duração. Segundo familiares, essa é a primeira vez que o paciente apresenta esse tipo de evento. Durante o transporte, recebeu 20 mg de diazepam intravenoso, sem resposta clínica. Na admissão hospitalar, permanece em crise convulsiva contínua, com escala de Glasgow 8, respiração irregular e saturação de O2 em 92% em ar ambiente. Sinais vitais: PA: 140/90 mmHg, FC: 110 bpm, temperatura axilar de 37,2 °C.

Considerando o protocolo de manejo do estado de mal epiléptico convulsivo refratário ao benzodiazepínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada como próximo passo terapêutico.
Mulher de 33 anos, com obesidade grau II (IMC 36), previamente sem doenças neurológicas conhecidas, procura atendimento por cefaleia pulsátil de início recente, presente diariamente há cerca de duas semanas. Relata turvação visual intermitente e diplopia horizontal. Ao exame neurológico, apresenta papiledema bilateral e paralisia do nervo abducente direito. A tomografia de crânio sem contraste não mostra alterações.

Com base nos dados clínicos e radiológicos, o diagnóstico mais provável é: 
Mulher de 35 anos, com diagnóstico de epilepsia do lobo temporal há 5 anos, controlada previamente com carbamazepina 600 mg/dia, relata aumento recente na frequência das crises parciais complexas. Nega uso irregular da medicação. Exames laboratoriais revelam níveis séricos dentro da faixa terapêutica da carbamazepina. A paciente refere ainda sonolência excessiva, dificuldade de concentração e episódios de diplopia. Como a monoterapia parece insuficiente, cogita-se associação com outro fármaco.

Considerando o perfil farmacológico da carbamazepina e os potenciais riscos de interações medicamentosas, assinale a alternativa que apresenta a melhor estratégia de associação antiepiléptica, com menor risco de interação farmacocinética relevante e boa tolerabilidade.