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TJ-TO
O Ministério Público, no corrente ano de 2025, propôs ação penal
em face de Mévio, imputando-lhe a prática de estupro de
vulnerável cometido contra a sua enteada. De acordo com a peça
acusatória, Mévio, nos momentos em que sua companheira saía
de casa, aproveitava-se para praticar abusos sexuais em desfavor
da infante, que, à época dos fatos, tinha 7 anos de idade. A referida
ação penal tramitou em uma vara criminal comum, ante a
inexistência, na localidade, de Vara Especializada da Criança e do
Adolescente vítima, prevista na Lei nº 13.431/2017. A vítima foi
ouvida em juízo, nos termos da legislação aplicável, e o seu relato
foi corroborado por outros elementos probatórios produzidos em
contraditório judicial. Ao final, julgou-se procedente a pretensão
punitiva deduzida na denúncia para condenar Mévio.
Tendo em vista o caso proposto, as disposições da Lei nº 13.431/2017 e a jurisprudência dos Tribunais Superiores acerca da temática, é correto afirmar que:
Tendo em vista o caso proposto, as disposições da Lei nº 13.431/2017 e a jurisprudência dos Tribunais Superiores acerca da temática, é correto afirmar que:
A Lei nº 9.656/1998, ao regulamentar os planos e seguros privados
de assistência à saúde, contempla várias disposições de proteção
aos direitos do consumidor, dentre elas:
A vigilância sanitária do Estado do Tocantins, após recebimento de
denúncias, realizou inspeção nas instalações da fábrica de
produção de fertilizantes de Indústrias Químicas Dianópolis S/A e
constatou a adição de substâncias proscritas no Brasil no processo
de elaboração de alguns fertilizantes para lavouras de cana-deaçúcar e algodão.
Diante da narrativa, em relação às sanções administrativas previstas no CDC, é correto afirmar que:
Diante da narrativa, em relação às sanções administrativas previstas no CDC, é correto afirmar que:
Miracema ajuizou ação de indenização em face da Operadora de
Planos de Saúde Lajeado Ltda. A autora é associada do plano de
saúde desde 07/10/1997 e, nesse interregno, sempre cumpriu
com as obrigações contratuais. Em 01/01/2023, por decisão
unilateral da operadora, Miracema foi desligada do plano de saúde
original e incluída em outro plano, o qual estabelecia,
diferentemente do anterior, que a assistência médico-hospitalar
seria prestada apenas por estabelecimento da rede fidelizada, e
não mais da rede credenciada. Em caso de realização de serviços
na rede credenciada, o consumidor deveria efetuar o pagamento
parcial das despesas, e o reembolso obedeceria à tabela imposta
pela operadora.
Em 27/09/2024, Miracema precisou realizar cirurgia de grande
porte para tratamento de doença preexistente e foi internada no
Hospital Tupiratins Ltda., que integrava a rede credenciada da
operadora na data da contratação do plano, mas não integrava a
rede fidelizada na época da internação. A operadora negou-se a
efetuar os pagamentos integrais, sob a alegação de que o referido
nosocômio não fazia parte da relação de estabelecimentos da rede
de atendimento aplicável à consumidora para tal fim,
prontificando-se a pagar parcialmente os valores referenciados na
tabela.
Considerando-se os fatos narrados, é correto afirmar que a modificação contratual é
Considerando-se os fatos narrados, é correto afirmar que a modificação contratual é
Em relação à defesa do consumidor em juízo, o Código de Defesa
do Consumidor estabelece que: