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O Educador Social planeja sequência de atividades com adolescentes em medida protetiva, articulando apoio ao desenvolvimento socioemocional e construção de projetos de vida. Para fundamentar sua prática mobiliza aportes de diferentes teorias do desenvolvimento humano e da aprendizagem. Analise as proposições a seguir:

I.Considerar conflitos e crises normativas da adolescência como oportunidades de reestruturação identitária, valorizando o papel das interações sociais e das mediações culturais nesse processo.
II.Reconhecer a importância de contextos concretos de atividade e cooperação para formação de funções psíquicas superiores, propondo desafios que demandem mediação qualificada e colaboração entre pares.
III.Explicar dificuldades de participação dos adolescentes por traços de personalidade e imaturidade individual, desconsiderando condições materiais e relações de poder que atravessam suas vidas.

É coerente com enfoque crítico do desenvolvimento e da aprendizagem o que se afirma em: 
Em um município que implantou serviços socioassistenciais referenciados ao SUAS, a equipe debate a distinção entre a função do antigo "monitor de atividades recreativas" e a atual atribuição do Educador Social. Durante a discussão, emerge a necessidade de explicitar o fundamento que diferencia a Educação Social contemporânea de práticas assistencialistas tradicionais.
Nessa perspectiva, a concepção que orienta o trabalho do Educador Social com adolescentes em vulnerabilidade caracteriza-se por:
Em bairro com histórico de remoções, violência policial e ausência de equipamentos públicos, moradores e adolescentes criam fórum comunitário para discutir direitos e elaborar propostas de políticas. O Educador Social é convidado a apoiar o processo de organização.
A intervenção estará mais afinada com o fortalecimento comunitário quando o Educador Social: 
No planejamento de um Serviço de Convivência para adolescentes, o Educador Social problematiza o uso do termo "inclusão social" em reuniões de equipe, alertando para riscos de abordagem superficial. Ao redigir o projeto político-pedagógico, propõe definição conceitual de inclusão social.
Essa definição está mais alinhada a uma concepção crítica quando a entende como:
Ao planejar atividades com adolescentes em situação de vulnerabilidade, uma equipe de Educadores Sociais decide incorporar aportes da sociologia da infância e da juventude em seus referenciais teórico-metodológicos.
Considerando essa perspectiva, é mais adequado afirmar que: