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Paciente magro e longilíneo, 19 anos, sexo masculino, tem quadro de dor súbita no hemitórax esquerdo após prática desportiva. Eupneico em ar ambiente, FC 80 bpm, PA 110 x 80 mmHg e com Saturação de O2 de 96%. A radiografia de tórax mostra pneumotórax espontâneo primário com distância de 1,2 cm entre a pleura visceral e a parede torácica na altura do hilo.

A recomendação para abordagem inicial desse paciente é 
Há 5 dias internado devido a pneumonia adquirida na comunidade no lobo inferior esquerdo, um paciente do sexo masculino de 54 anos de idade evolui com febre de 38,8 oC e dor torácica do mesmo lado. Fez radiografia e ultrassonografia do tórax, detectando líquido de aspecto turvo, LDH – 1450 U/L glicose – 22 mg/dL e ausência de microorganismos na bacterioscopia pela coloração de gram.

Assinale a opção que apresenta o diagnóstico correto e a conduta.
Paciente feminina de 40 anos, tem bronquiectasias cilíndricas bilaterais atribuídas a coqueluche na infância e queixa se de tosse produtiva diária. Quatro exacerbações por infecção pulmonar no último ano na quais ouve necessidade de internação para antibioticoterapia venosa. Pseudomonas aeroginosa em duas amostras de escarro consecutivas foram identificadas.

De acordo com as diretrizes vigentes, a conduta que reduz comprovadamente a frequência de exacerbações a longo prazo é
Paciente feminina, 63 anos, com bronquiectasias, vem apresentando infecções respiratórios de repetição. Evolui com tosse crônica e produtiva além de emagrecimento de 5kg nos últimos meses com a radiografia de tórax apresentando infiltrados nodulares e áreas de cavitação no lobo superior direito. Realizou duas coletas de escarro, com intervalo de uma semana, ambas foram positivas para Mycobacterium Avium complex (MAC). O teste de sensibilidade não está disponível pois ainda está em andamento.

Considerando os critérios diagnósticos da ATS/IDSA e SBPT, a conduta clínica correta é
Homem de 48 anos, hipertensão arterial de difícil controle e obesidade (IMC – 34Kg/m2 ) apresenta roncos intensos e sonolência diurna excessiva. Polissonografia solicitada apresenta, como resultado, um índice de apneia e hipopneia (IAH) de 34 eventos por hora de sono, com queda da saturação de O2 até 78% durante os episódios obstrutivos. Sem evidências de hipoventilação na vigília ou distúrbios neurológicos.

Com base nos critérios de gravidade e de manejo da síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), a melhor conduta indicada é