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Um assistente social recém-contratado por um município catarinense é designado para atuar em um centro de referência de assistência social (CRAS). Sua função inicial é acolher famílias em situação de vulnerabilidade social, realizando diagnósticos e encaminhamentos. Considerando as diretrizes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004) e a organização do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), assinale a alternativa que descreve corretamente o papel do CRAS e a natureza dos serviços ofertados.
Um assistente social atua em um município de médio porte no Vale do Itajaí, acompanhando famílias em situação de vulnerabilidade social. Durante o processo de acompanhamento, ele identifica que a dinâmica familiar está intrinsecamente ligada às condições de trabalho precárias do pai, à falta de acesso a creches de qualidade para as crianças e à ausência de equipamentos públicos de lazer no bairro onde residem. Essa análise demonstra a importância de compreender a matricialidade sociofamiliar e a abordagem territorial.
Um assistente social, ao analisar a demanda por serviços de proteção social básica em um determinado território de Itajaí (SC), percebe que a concentração de famílias em situação de vulnerabilidade social está diretamente relacionada à expansão de condomínios de alto padrão e à consequente gentrificação na periferia. Essa observação evidencia a necessidade de uma análise territorial aprofundada para a formulação de políticas sociais eficazes.
Um assistente social, ao realizar o acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade em um centro de referência de assistência social (CRAS) de Itajaí (SC), percebe que muitas delas enfrentam dificuldades financeiras, falta de acesso à moradia digna e baixos níveis de escolaridade, fatores que se interligam e potencializam os riscos sociais. A análise desses elementos é crucial para a elaboração de um plano de intervenção eficaz.
Em um município catarinense, um assistente social é acionado para realizar um estudo social em uma família que busca acesso a um benefício de prestação continuada. Durante a visita domiciliar, ele observa que a residência possui adaptações que facilitam a locomoção de um dos membros, que utiliza cadeira de rodas, e que a família demonstra conhecimento sobre os direitos e os recursos disponíveis para pessoas com deficiência. Essa situação demanda uma análise profissional que considere a legislação vigente.