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Em uma reunião de equipe em Itajaí (SC), um assistente social levanta a questão sobre a importância de garantir o acesso a benefícios socioassistenciais para a população em situação de vulnerabilidade. Ele relata a dificuldade encontrada por muitos usuários em realizar solicitações devido à falta de acesso à tecnologia e à internet, o que os impede de utilizar plataformas digitais para agendamentos e requerimentos.
Um assistente social recém-formado em Itajaí (SC) está se familiarizando com as demandas de sua profissão no contexto atual. Ele observa que as transformações no mundo do trabalho, impulsionadas pela globalização e pelo avanço tecnológico, têm gerado novas formas de exploração e precarização, impactando diretamente os direitos sociais e humanos da população. Diante desse cenário, é fundamental que o profissional compreenda como essas dinâmicas capitalistas se manifestam e afetam os indivíduos e a sociedade.
Durante o atendimento a um adolescente em conflito com a lei, um assistente social tem acesso a informações sigilosas sobre a vida familiar do jovem e sobre sua saúde mental. O adolescente expressa receio de que essas informações sejam compartilhadas com outras instituições sem sua autorização.
Um assistente social atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e identifica a necessidade de articular ações com a Secretaria Municipal de Saúde para garantir o acesso de uma família a um benefício previdenciário que exige laudo médico. A família, por sua vez, relata dificuldades em obter o laudo devido à falta de agendamento na rede pública.
Uma assistente social, ao realizar o acompanhamento de uma família em situação de vulnerabilidade social, percebe que as crianças da casa estão sofrendo negligência por parte dos cuidadores. A profissional precisa intervir para garantir a proteção integral dos direitos das crianças, conforme preconiza a legislação brasileira.