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Um homem de 56 anos com histórico de consumo crônico de álcool (cerca de 80 g/dia) é admitido com icterícia, febre leve (37,8°C) e mal-estar crescente nas últimas duas semanas. Relata náuseas, perda de apetite e dor no quadrante superior direito do abdome.
O exame físico revela icterícia escleral e cutânea e hepatomegalia dolorosa à palpação no hipocôndrio direito.

Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 10 mg/dL (Referência: <1,2 mg/dL)
• AST: 230 U/L (Referência: 8-48 U/L)
• ALT: 110 U/L (Referência: 7-55 U/L)
• INR: 1,6 (Referência: 0,8-1,2)
• Albumina sérica: 2,8 g/dL (Referência: 3,5-5,0 g/dL)
• Creatinina: 1,0 mg/dL (Referência: 0,6-1,2 mg/dL)
• Índice de Maddrey: 42
• Escore MELD: 18

Com base no quadro clínico e nos achados laboratoriais, qual a conduta inicial mais adequada para o manejo deste paciente? 
Um paciente de 30 anos consulta um gastroenterologista preocupado, pois seu pai foi diagnosticado com câncer colorretal aos 47 anos. Ele está saudável e sem sintomas, mas deseja saber qual a melhor forma de realizar a prevenção, considerando o histórico familiar.

Com base nas diretrizes mais recentes, qual seria o protocolo de rastreamento mais adequado para esse paciente?
Mulher de 58 anos, sem histórico de uso de anti-inflamatórios não esteroidais, tabagismo ou consumo de álcool, apresenta dor epigástrica crônica, de intensidade moderada, associada à saciedade precoce e náuseas. Endoscopia digestiva alta revela úlcera gástrica de 1,5 cm no antro. Testes para Helicobacter pylori (respiratório e histológico) foram negativos. Exames laboratoriais, incluindo hemograma e função hepática, são normais.

Qual o próximo passo mais indicado no manejo? 
Homem de 35 anos chega à consulta com queixa de cefaleia intensa nos últimos 6 meses, além de diminuição progressiva da libido e visão turva, especialmente nos hemicampos laterais. Exames laboratoriais mostram prolactina de 5.000 ng/mL (ref. < 25), TSH e cortisol normais, e testosterona de 150 ng/dL (ref. 300-1000 ng/dL). Ressonância magnética revela macroadenoma hipofisário de 2,5 cm com compressão do quiasma óptico.

Qual o tratamento inicial mais indicado?
Homem de 45 anos, diagnosticado com hipertireoidismo há 3 meses e em tratamento com tapazol 40 mg/dia, retorna ao consultório com febre alta (38,5°C), odinofagia, úlceras orais e fadiga há 4 dias. Relata também calafrios e sensação de fraqueza acentuada. Exame físico revela faringite, linfadenopatia cervical e úlceras em mucosa oral.

Qual a conduta mais apropriada neste caso?