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Uma Unidade Básica de Saúde localizada em território urbano atende uma população adscrita marcada por alta prevalência de doenças crônicas, vulnerabilidade social e uso frequente de serviços de urgência. A gestão municipal decide reorganizar o processo de trabalho da equipe, fortalecendo a Atenção Básica conforme as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), atualizada em 2017. Durante a reunião de planejamento, surgem diferentes propostas de reorganização das ações da equipe. À luz da PNAB 2017, assinale a alternativa que apresenta a proposta MAIS adequada para o fortalecimento da Atenção Básica como ordenadora do cuidado e coordenadora da Rede de Atenção à Saúde.
Durante atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, a médica da ESF atende M.R.,58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2, com baixa adesão ao tratamento e múltiplas faltas às consultas. Em visita domiciliar, a profissional identifica agravamento do quadro, com sinais de infecção em ferida no pé, indicando necessidade de encaminhamento imediato para atenção especializada.O paciente, lúcido e orientado, recusa formalmente o encaminhamento, afirmando não desejar internação. A médica registra a recusa no prontuário, mas, preocupada com possível responsabilização futura, decide não comunicar a situação à equipe multiprofissional nem à coordenação da UBS, tampouco discute alternativas terapêuticas com o paciente, limitando-se a respeitar sua decisão.
À luz do Código de Ética Médica (CFM nº 2.336/2023), dos princípios éticos e deontológicos da prática médica e das responsabilidades civil, ética e penal do médico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
À luz do Código de Ética Médica (CFM nº 2.336/2023), dos princípios éticos e deontológicos da prática médica e das responsabilidades civil, ética e penal do médico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
Uma Equipe de Saúde da Família (ESF) acompanha J.S.,42 anos, pessoa com deficiência física adquirida após acidente vascular encefálico, com hemiparesia direita e dificuldades de mobilidade urbana.
J.S. reside em área adscrita com barreiras arquitetônicas importantes, relata dificuldade de acesso à Unidade Básica de Saúde (UBS) e que, em consultas recentes, profissionais decidiram por sua exclusão de grupos educativos sob a justificativa de “limitações funcionais”.
Diante dessa situação, a coordenação da UBS propõe revisar o plano de cuidado à luz da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e dos Princípios Fundamentais da Constituição Federal.
Considerando o ordenamento jurídico-sanitário brasileiro, qual conduta está mais adequada e juridicamente fundamentada para a Atenção Primária à Saúde nesse caso?
J.S. reside em área adscrita com barreiras arquitetônicas importantes, relata dificuldade de acesso à Unidade Básica de Saúde (UBS) e que, em consultas recentes, profissionais decidiram por sua exclusão de grupos educativos sob a justificativa de “limitações funcionais”.
Diante dessa situação, a coordenação da UBS propõe revisar o plano de cuidado à luz da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e dos Princípios Fundamentais da Constituição Federal.
Considerando o ordenamento jurídico-sanitário brasileiro, qual conduta está mais adequada e juridicamente fundamentada para a Atenção Primária à Saúde nesse caso?
Uma mulher de 79 anos, acamada há 10 meses após AVC isquémico extenso, em cuidados domiciliares pela Equipe de Saúde da Família, apresenta dependência total para atividades de vida diária, disfagia, incontinência urinária e fecal, e desnutrição moderada (IMC 18,1 kg/m²). Reside com filha cuidadora principal, com dificuldade de manejo diário e limitações socioeconômicas.
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Um homem de 58 anos, acompanhado na Unidade de Saúde da Família, hipertenso e diabético tipo2, ex-etilista pesado (cessou há 3 anos), procura consulta por fadiga progressiva, distensãoabdominal intermitente e edema de membros inferiores há 2 meses. Relata redução do apetite eperda ponderal discreta. Ao exame físico: telangiectasias em face e tronco, eritema palmar, fígadopalpável a 3 cm do rebordo costal direito, baço palpável e ascite de pequeno volume. Pressãoarterial 110/70 mmHg, FC 88 bpm.
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?