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Desde a internacionalização, em 2006, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência pela ONU, há uma tendência globalizante de enquadrar a deficiência como característica multiforme de um grupo populacional socialmente minoritário. O Brasil incorporou a Convenção da ONU no ano de 2008 e promulgou a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) em 2015. Com a ratificação e introdução da Convenção como norma constitucional, tem-se redimensionado a forma como se lida com os direitos das pessoas com deficiência. As principais dimensões dessa diretriz jurídico-administrativa são uma absorção da definição biopsicossocial e a demarcação de uma discriminação específica por motivo da deficiência, que passa a ser, posteriormente, nomeada como capacitismo.

MELLO, A. G. de; AYDOS, V.; SCHUCH, P. Aleijar as antropologias a partir das mediações da deficiência. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 64, p. 16, set. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index. php/horizontesantropologicos/issue/view/4537/1259. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).

Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, um docente de Sociologia no Ensino Médio pode usar as informações do texto apresentado para elaborar estratégias educacionais que identifiquem a
Na obra Globalização: as consequências humanas (1999), o sociólogo Zygmunt Bauman contesta as interpretações hegemônicas sobre esse fenômeno, afirmando que a globalização, ao mesmo tempo em que é louvada como um processo que pode resolver diferenças e diminuir desigualdades, também pode distanciar sociedades e aprofundar disparidades. O autor desenvolve argumentos semelhantes ao abordar amor, medo e modernidade.

Assinale a opção que caracteriza adequadamente fenômenos no contexto da globalização, conforme a perspectiva da obra mencionada. 
Ensinar não é apenas uma atividade técnica circunscrita na escola, mas é uma ação política que visa à transformação dos alunos. Educar e ensinar são processos de conflitos, de desestabilização e de constrangimentos. Não saímos do mesmo jeito que entramos nos processos de ensino-aprendizagem. Esse processo é histórico e deve ser fundamentado no acúmulo de saber que também é histórico. Ensinar Sociologia é uma atividade embasada nos mais de 150 anos de história dessa ciência, nas necessidades contemporâneas e nas condições sociais. Nosso ponto de partida é o acúmulo de ciência e o papel do Ensino Médio no processo de construção do tipo de homem e de sociedade que desejamos forjar.

SILVA, I. L. F. Metodologia do Ensino de Sociologia na Educação Básica: aproximações com os Fundamentos Pedagógicos. In: SILVA, I. L. F. et al. (org.). Caderno de metodologia de ensino e de pesquisa: SETI-PR, p.20-21, 2009 (adaptado).

Um professor recém-formado em Ciências Sociais assumiu o seu primeiro contrato de trabalho em uma escola de Ensino Médio, cujo projeto político-pedagógico dispõe como princípio metodológico de ensinoaprendizagem as abordagens ativas. Seu projeto na escola deverá desenvolver a seguinte temática: “Para além das vozes da minha cabeça: como os cientistas sociais desenvolvem suas pesquisas?”.

Nessa situação, para desenvolver o projeto proposto pela escola, com base nos princípios das metodologias ativas de aprendizagem, o professor deverá
A seguinte charge foi utilizada por um docente em uma aula de Sociologia para a 1ª série do Ensino Médio, cujo objetivo era apresentar as técnicas e os métodos de pesquisa desenvolvidos pelos teóricos clássicos das Ciências Sociais, a partir do tema da relação entre indivíduo, sociedade e sistema de produção.

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Disponível em: https://www.instagram.com/. Acesso em: 4 maio 2024 (adaptado).

Nesse caso, para se alcançar o objetivo estabelecido, seria adequado o docente relacionar a charge com a obra
Em uma aula da disciplina de Computação para a 1ª série do Ensino Médio, uma professora decidiu levar os estudantes para o laboratório de informática, com o objetivo de discutir as possibilidades de uso de ferramentas de inteligência artificial na educação. Foram apresentados alguns dos grandes modelos de linguagem, entre eles o ChatGPT. A professora argumentou que o ChatGPT pode ser uma ferramenta utilizada para fins educacionais, mas alertou que alguns cuidados devem ser tomados. Foi exibido aos alunos o fluxograma a seguir, o qual embasou a discussão sobre quando é seguro utilizar a ferramenta no contexto educacional.

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UNESCO. ChatGPT e Inteligência Artificial na Educação Superior: guia de início rápido. 2023. p. 6 (adaptado).

A partir das informações apresentadas, no contexto educacional, considera-se seguro utilizar o ChatGPT