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O planejamento ambiental urbano tem se destacado nas discussões sobre a rede urbana associada aos processos socioeconômicos gerais que atuam sobre as cidades. É possível compreender o modelo urbano ambiental planejado no âmbito da produção socioespacial, na qual se setorizam, de um lado, espaços periféricos marcados pela exclusão social e, de outro, espaços urbanos que proporcionam segurança física em um ambiente socialmente construído para grupos elitizados da cidade. Nesse contexto, questiona-se sobre os papéis do planejador no ordenamento territorial urbano bem-sucedido voltado a qual grupo social?
Segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), apenas no primeiro semestre de 2024, os casos de intolerância religiosa no Brasil já correspondiam a 91% do total registrado em 2023. Além disso, a religião que registrou o maior número de violações foi a umbanda, seguida pelo candomblé, ambas religiões de matriz africana. O gráfico 1 ilustra os dados:
Imagem associada para resolução da questão Fonte: VILAS BOAS, Pedro. No 1º semestre, país teve 91% dos casos de intolerância religiosa de 2023. UOL Notícias,17 jul.2026. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/07/17/dados-violacoes-religiao-mdh.htm. Acesso em: 05 maio 2026 (Adaptado).
Sobre a temática da intolerância religiosa no Brasil, analise as assertivas a seguir.
I- A marginalização das religiões de matrizes africanas se articula com o racismo estrutural, reforçando a exclusão de corpos, saberes e espiritualidades negras. II- No Brasil, devido às ações de combate à intolrância religiosa e conscientização, houve uma diminuição significativa nos casos intolerância sobre todas as religiões. III- Os dados apresentados indicam que os maiores registros de violações à liberdade religiosa estão associados a grupos evangélicos, especialmente neopentecostais. IV- Somente no primeiro semestre de 2024, o número de violações à liberdade religiosa no Brasil chegou a 1.940 registros segundo os dados do MDHC.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), apenas no primeiro semestre de 2024, os casos de intolerância religiosa no Brasil já correspondiam a 91% do total registrado em 2023. Além disso, a religião que registrou o maior número de violações foi a umbanda, seguida pelo candomblé, ambas religiões de matriz africana. O gráfico 1 ilustra os dados:
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Fonte: VILAS BOAS, Pedro. No 1º semestre, país teve 91% dos casos de intolerância religiosa de 2023. UOL Notícias,17 jul.2026. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/07/17/dados-violacoes-religiao-mdh.htm. Acesso em: 05 maio 2026 (Adaptado).
Sobre a temática da intolerância religiosa no Brasil, analise as assertivas a seguir.
I- A marginalização das religiões de matrizes africanas se articula com o racismo estrutural, reforçando a exclusão de corpos, saberes e espiritualidades negras. II- No Brasil, devido às ações de combate à intolrância religiosa e conscientização, houve uma diminuição significativa nos casos intolerância sobre todas as religiões. III- Os dados apresentados indicam que os maiores registros de violações à liberdade religiosa estão associados a grupos evangélicos, especialmente neopentecostais. IV- Somente no primeiro semestre de 2024, o número de violações à liberdade religiosa no Brasil chegou a 1.940 registros segundo os dados do MDHC.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Ao delimitar as atribuições que pode legalmente desempenhar no órgão, uma analista da área de Ciências Sociais consulta a Lei nº 6.888/1980, que dispõe sobre o exercício da profissão de Sociólogo. Entre as atribuições legalmente previstas para o profissional, inclui-se:

Leia o trecho a seguir.

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Gabriel Milaré. Entenda o conceito de ‘homem cordial’ na sociologia brasileira.29 dez.2025. Disponível em: https://enem.com.br/2025/12/29/homem-cordial/. Acesso em: 2 jun.2026.


“Dentro de sua principal obra, ‘Raízes do Brasil’ (1936), Sérgio Buarque de Holanda, em um capítulo denominado ‘Homem Cordial’, defende a tese de que este seria o brasileiro: um ser que prioriza a cordialidade. […] Segundo a historiadora Lilia Schwarcz, essa afirmação teria assombrado Sérgio Buarque por toda sua vida, porque desvirtuou-se o conceito de ‘cordialidade’ ao afirmar que o brasileiro seria, portanto, amigável e bondoso. […] Nas décadas de 1930 e 1940, com o projeto nacionalista varguista em voga, esse conceito de cordialidade brasileira foi muito desvirtuado para algo positivo à brasilidade, mas que em nenhum momento Sérgio Buarque de Holanda teria afirmado isso em sua obra.”



Em um debate sobre cultura administrativa brasileira, um participante elogia o “homem cordial” como sinônimo de gentileza e cortesia no trato público. Uma analista discorda dessa leitura e remete a obra original para sustentar sua objeção, em diálogo com Raymundo Faoro. Considerado o sentido que Sérgio Buarque atribui ao termo em Raízes do Brasil, a correção da analista se justifica porque o “homem cordial”: