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Um paciente de 40 anos, com histórico de ganho ponderal progressivo e fadiga, procura avaliação médica. Refere pele seca, constipação intestinal e intolerância ao frio. Ao exame físico, apresenta edema discreto em face e mãos, bradicardia e pele fria. Os exames laboratoriais revelam TSH elevado (8,5 mUI/mL) e T4 livre baixo (0,7 ng/dL).
Uma mulher de 48 anos, previamente hígida, procura atendimento médico devido ao surgimento de lesões avermelhadas e pruriginosas que aparecem e desaparecem em diferentes partes do corpo ao longo do dia. As lesões são elevadas, com centro pálido e bordas bem definidas, e duram poucas horas em cada local. Ela relata episódios semelhantes esporadicamente há alguns anos, mas nunca buscou avaliação formal.
Um homem de 50 anos, com queixa de dor lombar crônica que se irradia para os membros inferiores, associada a rigidez matinal intensa que melhora com atividade física. Ele também relata episódios de dor nas articulações sacroilíacas e inflamação nos olhos. O exame físico evidencia limitação da mobilidade da coluna e dor à palpação das articulações sacroilíacas. A suspeita clínica recai sobre uma espondiloartropatia.
Um paciente de 55 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e obesidade, é encaminhado para avaliação de tontura persistente há cerca de três meses. Ele descreve a sensação como um desequilíbrio constante, pior ao se levantar rapidamente, sem episódios rotatórios francos. Nega zumbido, perda auditiva ou sintomas neurológicos focais. A avaliação inicial revela pressão arterial controlada e glicemia capilar normal.
Um paciente de 65 anos, hipertenso há mais de 15 anos, comparece à consulta de rotina com queixas de cefaleia ocasional e zumbido intermitente. Ao exame físico, a pressão arterial encontra-se em 150/95 mmHg, apesar de estar em uso regular de losartana 50mg/dia. O médico avalia a necessidade de ajustar o tratamento e investigar a causa da persistência da hipertensão.