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Um paciente de 72 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, foi admitido no hospital com dor torácica e dispneia. Durante a avaliação inicial, o médico realizou um exame físico completo, incluindo ausculta cardíaca e pulmonar, palpação abdominal e avaliação neurológica. Para complementar a investigação, foram solicitados exames laboratoriais e de imagem. O eletrocardiograma (ECG) mostrou alterações sugestivas de isquemia miocárdica.
Uma mulher de 38 anos, com histórico de crises recorrentes de edema súbito em lábios e pálpebras, acompanhadas de desconforto abdominal, procurou atendimento médico. Ela também relata episódios de dor epigástrica intensa, que irradia para as costas, e perda de peso não intencional nos últimos meses. Recentemente, teve um quadro de dor abdominal intensa, com náuseas e vômitos, que evoluiu para icterícia. O médico investiga a causa dos edemas e da dor abdominal.
Um paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, procurou atendimento médico relatando episódios recorrentes de tontura e zumbido no ouvido. Ele descreve as tonturas como vertiginosas, com duração de poucos minutos, e o zumbido como um chiado constante em ambos os ouvidos. Seu controle glicêmico e pressórico tem sido irregular nos últimos meses. Ao exame físico, a ausculta cardíaca e pulmonar estava normal, sem déficits neurológicos focais aparentes. O médico investiga as possíveis causas desses sintomas.
Um homem de 55 anos, com histórico de hipertensão arterial, dislipidemia e tabagismo de 30 anos-maço, apresentou-se ao pronto-socorro com dor torácica súbita, intensa, em aperto, irradiada para o braço esquerdo e mandíbula, com sudorese profusa e dispneia. Ele também relata chiado no peito e tosse seca esporádica há cerca de 6 meses, com piora à noite e ao esforço, que ele atribui ao cigarro. O eletrocardiograma mostrou supradesnivelamento do segmento ST em derivações anteriores.
Uma paciente de 45 anos, com histórico de dor lombar crônica e rigidez matinal há mais de um ano, procurou o reumatologista. Ela relata que a dor piora com o repouso e melhora com atividade física leve, e que tem notado dificuldade em realizar movimentos amplos do tronco. Recentemente, começou a apresentar episódios de cefaleia tensional, principalmente no final do dia, associada a estresse no trabalho. O médico suspeita de uma espondiloartropatia e busca confirmar o diagnóstico.