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MP
Um indivíduo, diagnosticado com transtorno mental grave e que não possuía plena capacidade de entender o caráter ilícito de seus atos no momento da ação, subtrai um objeto de uma loja. A defesa alega a inimputabilidade penal, sustentando que o agente não possuía a plena capacidade de autodeterminação.
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MP
Um cidadão, após ser condenado em primeira instância por um crime de furto, alega em recurso que a pena aplicada é excessiva e desproporcional à sua condição socioeconômica, argumentando que a sanção deve considerar não apenas a gravidade do ato, mas também o impacto em sua vida e de sua família. Ele sustenta que o sistema penal deve ter como norte a dignidade humana, mesmo em casos de condenação.
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Em uma operação policial em combate ao tráfico de drogas, dois indivíduos são presos em flagrante na posse de uma grande quantidade de entorpecentes. Um deles, João, é o motorista do veículo e afirma ter sido coagido pelo outro, Pedro, que portava uma arma e o ameaçava. Pedro, por sua vez, alega que João era o verdadeiro líder da operação e que ele apenas o acompanhava.
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MP
Um indivíduo, residente no Brasil, envia uma encomenda contendo uma substância perigosa para um país estrangeiro, onde o destinatário, ao abrir o pacote, vem a falecer em decorrência da exposição à substância. Em relação ao lugar do crime, a legislação penal brasileira, ao adotar a teoria da ubiquidade, considera como local da infração tanto o local da ação quanto o local do resultado, permitindo a aplicação da lei brasileira, uma vez que a ação ocorreu em território nacional.
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Um indivíduo, com 17 anos completos, desferiu um tiro contra uma vítima, que, em decorrência dos ferimentos, foi internada em unidade de terapia intensiva. Dias após o disparo, o autor do fato completou 18 anos e, nesse mesmo período, a vítima veio a falecer. De acordo com a teoria adotada pelo Código Penal brasileiro para a determinação do tempo do crime, a responsabilização penal do autor será analisada sob a égide do Estatuto da Criança e do Adolescente, considerando como data da prática delitiva o dia em que ocorreu a ação, e não o dia do resultado morte.