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A Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN) é um processo contínuo de coleta, análise e interpretação de dados sobre o estado nutricional da população, com o objetivo de subsidiar o planejamento e a implementação de ações de saúde pública; portanto, a identificação de grupos de risco para desnutrição em creches municipais é uma atividade irrelevante para a VAN.
Na aplicação da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) em uma indústria de alimentos, a identificação de um ponto crítico de controle (PCC) para a redução da carga microbiana em um produto cássico implica a necessidade de monitoramento constante e estabelecimento de limites críticos para garantir a segurança alimentar.
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa nº 216 estabelece normas para o controle higiênico-sanitário em estabelecimentos de alimentos, determinando que a manipulação de alimentos crus e cozidos deve ocorrer em áreas separadas e com utensílios distintos para evitar a contaminação cruzada; portanto, a limpeza de frutas e vegetais antes do consumo é uma etapa desnecessária se a área de manipulação for higienizada diariamente.
O nutricionista, ao atuar em uma equipe multiprofissional, deve respeitar os limites de sua atuação e as competências dos demais profissionais, colaborando para um cuidado integral ao paciente; contudo, ele pode prescrever medicamentos controlados sem possuir a devida habilitação legal, desde que haja concordância da equipe.
De acordo com a Lei estadual nº 6.754/2006, que institui o Código de Ética Funcional do Servidor Público do Estado de Alagoas, a conduta do servidor público, mesmo fora do exercício de suas funções, deve pautar-se pelos preceitos de moralidade, pois os atos da vida privada podem influenciar o conceito público de sua atuação, sendo vedado ao servidor o descumprimento de normas de conduta que possam comprometer a dignidade do cargo ou a imagem do serviço público.