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Em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Art.11, é assegurado o acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e do adolescente, observando o princípio da equidade no acesso a ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. Essa garantia se dá por meio do Sistema:
O Conselho Federal de Psicologia (2019), no documento Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) na Educação Básica, destaca que a Psicologia Escolar deve compreender as demandas educacionais de forma integrada, estabelecendo interlocução com as áreas da Saúde, da Assistência Social e do Sistema de Garantia de Direitos da criança e da(o) adolescente. A atuação deve ser fundamentada em princípios alinhados às políticas públicas nacionais de Educação. Nesse sentido, a abordagem preconizada para atuação das(os) psicólogas(os) na educação básica é:
A teoria do apego, desenvolvida por Bowlby e Ainsworth, influenciou significativamente a terapia do esquema ao trazer contribuições para o entendimento de padrões comportamentais, emocionais e relacionais. Essa teoria é particularmente relevante para a compreensão do esquema de abandono e sua associação com o transtorno de:
Conforme descrito por Beck (2013), o pensamento disfuncional é um elemento central que influencia o humor e o comportamento dos pacientes em diversos transtornos psicológicos. A melhora do estado emocional e comportamental ocorre quando os indivíduos aprendem a avaliar seus pensamentos de forma mais realista e adaptativa. Essa perspectiva é proposta pelo modelo:
Garcia-Roza (2008, pp.75-76), ao abordar a obra freudiana, reflete sobre o luto e a melancolia, destacando:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado: