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Na intenção de aprofundar as reflexões sobre gênero, poder e representação, as professoras de História e Arte de uma escola de Ensino Médio envolveram seus estudantes na organização de uma exposição com imagens de mulheres africanas que atuaram em movimentos de resistência anticolonial. Entre as imagens escolhidas, estava essa foto das combatentes do PAIGC. Durante a semana da exposição, o pai de um estudante procurou a direção da escola para expressar sua insatisfação. Ele alegou que a atividade promovia a violência ao exibir imagens de mulheres com armas, o que, segundo ele, seria inadequado para o ambiente escolar. Em resposta, as professoras elaboraram uma justificativa para explicar a escolha da foto, argumentando que a atividade
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Essa figura das combatentes do PAIGC, que participaram ativamente da luta de libertação contra os colonizadores portugueses nos anos 1960 e 1970, circulou em diversos jornais e revistas. Ela pode ser vista como um exemplo da presença ativa das mulheres na história e contribuiu na construção de uma memória social sobre a resistência anticolonial por parte das suas populações. Para abordar, em sala de aula, o papel das mulheres nos movimentos de libertação e na história africana, é necessário considerar que elas
Quantos de nós podemos imaginar alguma população não europeia sem o pano de fundo de uma dominação global, que agora nos parece predeterminada? E como poderão o Haiti ou a escravidão ou o racismo ser mais do que meras notas descabidas no rodapé dessa ordem narrativa?
TROUILLOT, M.-R. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: Huya,2016.

A Revolução do Haiti (1791-1804) é considerada a primeira rebelião vitoriosa de pessoas escravizadas nas Américas, culminando na emancipação do país e na extinção da escravidão. Sob a liderança de Toussaint Louverture, o movimento destacou-se pela atuação central dos africanos e afrodescendentes na formação de um Estado soberano. O historiador Michel-Rolph Trouillot investiga como as narrativas históricas eurocêntricas e coloniais frequentemente invisibilizam esse movimento, seus agentes e suas contribuições para a trajetória global. Em uma aula, o professor propôs um debate sobre a Revolução do Haiti. Com base no texto, ele solicitou aos estudantes uma reflexão sobre o teor das narrativas. Essa proposta didática objetivou
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Para problematizar o tema abordado pela charge e dialogar com a história da escravidão transatlântica moderna, uma proposta de intervenção para os Anos Finais do Ensino Fundamental deve
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Uma professora, ao propor aos estudantes uma atividade de leitura e análise crítica de fontes imagéticas, utiliza a charge que demonstra ironia por meio da propagação de