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Um posto de saúde em Foz do Iguaçu registrou um aumento de casos de febre alta com exantema, que levantam a suspeita de dengue. Simultaneamente, um paciente em acompanhamento na unidade apresentou tosse persistente, perda de peso e febre vespertina, sintomas sugestivos de tuberculose. A equipe de saúde precisa estar atenta às particularidades de cada doença para garantir o diagnóstico e tratamento adequados.
Uma equipe de saúde da família em Foz do Iguaçu atende uma mulher que relata ter sido agredida fisicamente e verbalmente por seu companheiro. Ela demonstra medo de retornar para casa e tem dificuldade em falar abertamente sobre a situação. A equipe precisa acolher a vítima e identificar a vertente da violência doméstica que está ocorrendo, garantindo sua segurança e oferecendo o suporte necessário.
Um agente comunitário de saúde, durante visita domiciliar em Foz do Iguaçu, percebeu que uma idosa reside sozinha em uma casa com instalações elétricas precárias e sem corrimãos nas escadas internas. Além disso, notou que a idosa tem dificuldade de locomoção e apresenta esquecimento frequente sobre a medicação. Diante desse cenário, o agente precisa identificar as principais situações de risco presentes no ambiente e para a moradora.
Em Foz do Iguaçu, a gestão municipal de saúde identificou um surto de dengue em uma comunidade e, paralelamente, um aumento significativo de casos de tuberculose em outra região. Para lidar com ambas as situações de forma eficaz, a Secretaria de Saúde precisa articular ações com outras secretarias e órgãos, garantindo a integração dos serviços e o uso otimizado dos recursos disponíveis.
A Lei nº 8.080/1990 prevê a participação complementar das instituições privadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa participação é acionada em situações específicas onde a capacidade de atendimento público se mostra insuficiente para suprir a demanda da população. A legislação estabelece as condições e a natureza dessa colaboração.