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A avaliação da aprendizagem, enquanto processo permanente na educação, deve ser dissociada do planejamento pedagógico, uma vez que sua função primordial é apenas a verificação do rendimento escolar do aluno ao final de um período letivo, por meio de instrumentos como provas e trabalhos pontuais.
A avaliação formativa, ao priorizar o ritmo individual do aluno e considerar suas representações sociais e culturais, atua como um mediador entre o estudante e o conteúdo, buscando dinamizar a ação reflexiva e enriquecer o saber provisório, em contraposição a abordagens que se concentram unicamente na classificação de resultados.
As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Resolução CNE/CEB nº 4/2010) definem a Educação de Jovens e Adultos (EJA) como uma modalidade que deve ser organizada de forma a garantir o acesso, a permanência e o sucesso escolar, oferecendo currículos e metodologias adequadas às especificidades dessa etapa de ensino.
Na avaliação da aprendizagem, a coleta de dados quantitativos e qualitativos deve ser realizada de forma isolada, pois a predominância de um tipo de dado exclui a necessidade do outro, garantindo assim uma análise mais objetiva do desempenho do estudante.
A avaliação da aprendizagem é um processo contínuo e intrinsecamente ligado ao planejamento pedagógico, servindo como ferramenta para diagnosticar o progresso do aluno e a eficácia do ensino, sendo que a coleta de dados, sejam quantitativos ou qualitativos, deve ser interpretada para subsidiar juízos de valor sobre o desempenho.