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A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) é responsável por coordenar a gestão do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, integrado pelo Subsistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, de Doenças Transmissíveis e de Agravos e Doenças não Transmissíveis; de Vigilância em Saúde Ambiental, incluído a Política Nacional de Saúde do Trabalhador; pelo Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública; pelos Sistemas de Informação de Vigilância em Saúde; pelos Programas de Prevenção e Controle de Doenças de Relevância em Saúde Pública, incluído o Programa Nacional de Imunizações. Em 12 de julho de 2018, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) instituiu a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), como política pública de Estado e função essencial do Sistema Único de saúde (SUS) e que tem como um de seus princípios:
O tema sobre o direito à saúde no Brasil tem como base as garantias a que a política tem como pressuposto no âmbito da sua regulamentação. Para tanto, a Lei nº 8.080, criada em 19 de setembro de 1990, dispôs sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, instituindo o Sistema Único de Saúde (SUS). A literatura é unânime em considerar que o SUS é um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. O SUS apresenta em seu escopo o acesso universal ao sistema público de saúde, sem discriminação. A atenção integral à saúde e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade de vida, visando a prevenção e a promoção da saúde. Nas disposições gerais, a Lei 8.080 aduz que a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. O artigo 3o , em redação dada pela Lei 12.864 de 24 de setembro de 2013, dispõe que:
O psicanalista Erik Erikson acreditava que a principal tarefa enfrentada pelo adolescente o desenvolvimento de um senso de identidade para encontrar respostas para as perguntas “Quem eu sou?” e “Aonde estou indo?”. Embora Erikson tenha cunhado o termo crise de identidade para se referir ao processo ativo de autodefinição, ele acreditava que isso u a parte integrante do desenvolvimento psicossocial saudável. Em relação à adolescência, algumas considerações mostram-se necessárias:
I. A adolescência deve ser um período de experimentação das regras para que o jovem explore vários comportamentos, interesses e ideologias. Muitas crenças, funções e modos de comportamento podem ser experimentados, modificados ou descartados na tentativa de formular o conceito integrado do self.
II. Até que a crise de identidade este a resolvida, o indivíduo não possui u senso consistente do self ou um conjunto de normas internas para avaliar o seu valor nas principais áreas da vida. Erikson chamava esse resultado malsucedido de falha identidade.
III. À medida que o adolescente amadurece cognitivamente, desenvolve caracterizações mais abstratas de si mesmo. Ele começa a se ver mais em termos das crenças e normas pessoais e menos de acordo com as comparações sociais
IV. O autoconceito do adolescente varia nas diferentes situações e, portanto, ele se enxerga diferente quando está com os pais e com os amigos. Com frequência, envolve-se em comporta mentos que não representam como ele se vê realmente, principalmente entre os amigos ou e relações românticas.
V. Na adolescência e no início da maturidade, as comparações sociais tornam -se fundamentais para a autoestima. Os jovens se preocupam demais com a comparação que fazem em relação aos outros e com o que os outros pensam deles. Essas comparações e avaliações sociais podem causar efeitos profundos na compreensão positiva de si mesmo
Sobre a adolescência, está correto o previsto nas assertivas:
Muitos psicólogos da personalidade considera a descoberta e a validação do modelo dos Cinco Grandes Fatores como uma das principais descobertas da Psicologia contemporânea da personalidade. Contudo, há diversas outras teorias relacionadas ao desenvolvimento da personalidade no funcionamento humano. Sobre as diferentes teorias que buscam explicar a personalidade, assinale as alternativas abaixo com (V) verdadeiro ou (F) falso.
( ) Freud acreditava que durante os cinco primeiros anos de vida o indivíduo progride pelos vários estágios de desenvolvimento que afeta sua personalidade, sendo que ele denominou esses períodos de estágios psicossexuais.
( ) Embora os indivíduos aprendam muitos padrões de comportamento por experiência direta, isto é, ao serem recompensados ou punidos por se comportarem de uma determinada maneira, eles também adquirem muitas respostas por meio do aprendizado observacional, caracterizando-se esta como uma forma de condicionamento operante.
( ) O conceito central da teoria da personalidade de Rogers é o self, ou autoconceito. O self consiste em todas as ideias, percepções e valores que caracterizam o “Eu”, ele inclui a consciência do “o que eu sou” e “o que posso fazer”. Por sua vez , esse self percebido influencia tanto a percepção que a pessoa tem do mundo quanto de seu próprio comportamento.
( ) Para o teórico cognitivo, as diferenças na personalidade se origina nas diferenças na forma como os indivíduos representa informações mentalmente.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
A inserção das psicólogas(os) nas políticas públicas de saúde convocou a(o) profissional da Psicologia a deixar o consultório e ampliar o seu setting para conhecer o território em seus riscos e potências. A prática da Psicologia nas políticas de saúde só faz sentido num espaço de limiar e interconexão com outros saberes. É nesse espaço fronteiriço das disciplinas que as práticas inovadoras nascem e as possibilidades da contribuição da Psicologia são descobertas. Sobre este assunto, assinale a assertiva correta: