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Costa (2023) associa a aprendizagem à neuroplasticidade do cérebro humano, cujas sinapses “são capazes de alterar as estruturas e funções do cérebro, em razão da natureza plástica desse órgão, ou seja, do potencial que tem em moldar-se mediante estímulos e experiências”.

Nesse contexto, a autora observa que a aprendizagem é de essência
A partir de resultados de pesquisa sobre as concepções de diferença presentes nas práticas pedagógicas, Candau (2011) conclui que há uma tendência a ver a diferença como um problema a ser superado. Segundo a autora, essa perspectiva é reforçada por uma lógica predominante na cultura escolar: a lógica 
Um professor que quiser manter uma prática pedagógica coerente com a perspectiva de Buckingham (2010) sobre a educação midiática deve assumir que o objetivo desta é, inicialmente,
Boas (in: Boas e Soares, 2022) discute uma modalidade de avaliação que, embora pouco abordada na educação básica e na formação de professores, constitui uma ferramenta poderosa, sendo usada para “arredondar notas, definir a complexidade de provas e selecionar estudantes a quem dar mais atenção”. A autora descreve essa avaliação como “uma faca de dois gumes”, pois pode apoiar a aprendizagem quando encoraja, mas também gerar efeitos negativos quando recai em rótulos, humilhações ou gestos de desagrado. Nesse contexto, Boas está se referindo especificamente à avaliação
Ana é uma jovem professora, cuja formação inicial como docente valorizava as metodologias ativas na promoção da autonomia dos estudantes. Ao estudar o artigo de Berbel (2011), ela grifou o seguinte trecho: “Uma só forma de trabalho pode não atingir a todos os alunos na conquista de níveis complexos de pensamento e de comprometimento em suas ações, como desejados, ao mesmo tempo e em curto tempo”. Diante disso, a professora deve compreender que é preciso que ela, em sua prática de sala de aula, busque