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Um indivíduo que vivenciou um evento traumático grave, como um assalto à mão armada, desenvolve sintomas como flashbacks recorrentes, pesadelos e evitação de situações que o lembrem do ocorrido. O tratamento psicológico para Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) deve focar na reprocessamento da memória traumática e na reestruturação cognitiva, utilizando abordagens terapêuticas validadas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental focada em Trauma (TCC-TF), para auxiliar o paciente a integrar a experiência e reduzir o sofrimento.
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), o psicólogo, como membro da equipe multidisciplinar, deve atuar primordialmente na identificação e tratamento de transtornos mentais individuais. Sua intervenção deve se restringir a sessões de psicoterapia focadas em patologias, com o objetivo de encaminhar os casos mais graves para serviços especializados, desconsiderando o potencial da promoção da saúde e da prevenção de agravos através de ações comunitárias e educativas.
Ao realizar uma entrevista com um paciente que apresenta dificuldades em expressar seus sentimentos, o psicólogo deve empregar técnicas de questionamento aberto e reflexão para encorajar a verbalização, evitando interrupções e julgamentos. O uso de escuta empática e a validação das emoções do paciente são cruciais para construir um rapport terapêutico eficaz, permitindo que o indivíduo se sinta seguro para explorar suas experiências e sentimentos de forma autêntica.
Um psicólogo, ao atender um paciente com sintomas de ansiedade social persistente, decide aplicar técnicas de exposição gradual em ambiente virtual, com o consentimento informado do paciente, visando dessensibilizá-lo aos gatilhos sociais. Essa abordagem, fundamentada em evidências científicas para o tratamento de transtornos de ansiedade e transtornos fóbicos, demonstra a importância de utilizar métodos atualizados e eficazes na prática clínica, respeitando os princípios éticos de autonomia e beneficência, o que está em consonância com a regulamentação profissional.
Em um centro de convivência para idosos, relatos de violência psicológica e negligência por parte de cuidadores surgiram. O psicólogo da equipe, ao investigar as denúncias, deve priorizar a escuta ativa e a confidencialidade, buscando identificar os padrões de abuso e oferecer suporte tanto às vítimas quanto aos agressores, promovendo intervenções que visem a proteção e o bem-estar dos idosos, o que se alinha com os princípios éticos de não maleficência e justiça.