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A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma concepção crítico-progressista, quando desconsidera as experiências externas dos educandos e quando se resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento físico.


Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino do esporte na escola deve se orientar pelas categorias trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de que o estudante é um

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa uma proposta de ensino em que as finalidades da Educação Física na escola estejam voltadas a assegurar aos estudantes, entre outros aspectos, a apropriação e a utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo

A aula de Educação Física na escola é um cenário onde as manifestações de bullying podem ocorrer. O bullying manifesta-se de duas formas: direta e indireta. O professor desse componente curricular precisa conhecer as diferentes formas de manifestação desse comportamento e agir no sentido de extingui-lo.


Pensando nisso, é correto afirmar que a forma

Segundo Maldonado e Neira (“O lugar da cultura negra, afro-brasileira e indígena nas aulas de Educação Física”, 2021), o objetivo das aulas de Educação Física, no âmbito das relações étnico-raciais e na perspectiva de uma educação antirracista, perpassa a construção de narrativas e imaginários que visam à desconstrução de pensamentos sobre as culturas negra, afro-brasileira e indígena que as

O Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, é mencionado como um lugar fundado com o objetivo de oferecer uma educação diferenciada e moderna à elite carioca e foi uma das escolas pioneiras a introduzir a Educação Física no currículo.


No século XIX, o seu currículo era diferenciado do das demais escolas brasileiras da época porque incluía a música, o desenho e