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A Reforma Sanitária brasileira, movimento social e político que culminou na criação do Sistema Único de Saúde (SUS), representou um marco na garantia do direito à saúde no país. Essa reforma foi impulsionada pela necessidade de superar um modelo de saúde excludente e curativista, buscando construir um sistema universal, integral e equitativo, alicerçado nos princípios da cidadania e da seguridade social.
O Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal de 1988, organiza-se sob diretrizes fundamentais que orientam sua atuação em todo o território nacional. A descentralização, a integralidade e a participação da comunidade são pilares que sustentam a estrutura e o funcionamento do SUS, buscando garantir o acesso equitativo e a qualidade dos serviços de saúde para todos os cidadãos.
Uma farmácia comunitária recebe uma prescrição médica para um paciente com transtorno de ansiedade. O médico prescreveu alprazolam, um medicamento que requer atenção especial devido ao seu potencial de abuso e dependência. O farmacêutico, ao dispensar o medicamento, deve seguir rigorosamente as normas estabelecidas pela legislação sanitária vigente para garantir o uso seguro e o controle adequado dessas substâncias.
Um paciente de 65 anos, hipertenso e com histórico de infarto agudo do miocárdio, apresenta-se com queixas de insônia e ansiedade. O médico assistente considera a prescrição de um ansiolítico para auxiliar no controle dos sintomas, visando melhorar a qualidade de vida do paciente. A escolha do medicamento deve considerar o perfil farmacológico e a segurança do paciente.
Uma equipe de saúde da família está empenhada em implementar a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) no município. Para otimizar o atendimento, a equipe se organiza em unidades básicas de saúde (UBS) com diferentes configurações de equipes, buscando abranger as necessidades da população local. A estrutura e o financiamento das equipes são aspectos cruciais para a efetividade da atenção primária.