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Um servidor público do estado de Alagoas, ao analisar um processo administrativo referente à concessão de uma permissão de uso de um bem público, depara-se com a necessidade de aplicar os princípios que regem a atuação administrativa. A atuação do servidor deve pautar-se pela legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, além de outros princípios que norteiam o regime jurídico-administrativo.
A Administração Pública de um município alagoano pretende alienar um imóvel que não mais atende às suas necessidades. O imóvel em questão é um terreno público localizado em área urbana, que foi adquirido pelo município há mais de 30 anos e está registrado em nome do ente público. Antes de iniciar o processo de alienação, é necessário observar os procedimentos legais pertinentes aos bens públicos.
Um servidor público recém-empossado em um órgão estadual de Alagoas foi designado para atuar em um processo licitatório. A designação foi feita pela autoridade máxima do órgão, que buscou assegurar a conformidade com a Lei nº 14.133/2021. É fundamental que os agentes públicos envolvidos na condução de licitações possuam qualificações e estejam livres de impedimentos que possam comprometer a lisura do processo.
A Lei nº 14.133/2021, ao regular as licitações e os contratos administrativos, estabelece que a aplicação de seus preceitos abrange exclusivamente a administração pública direta e indireta da União, sendo vedada sua incidência em contratações realizadas por Estados, Distrito Federal e Municípios.
A Lei nº 14.133/2021 estabelece que o processo licitatório se desenvolve em fases sequenciais, iniciando-se pela fase preparatória, seguida pela divulgação do edital, apresentação de propostas e lances, julgamento, habilitação e, por fim, homologação e adjudicação, garantindo a ordem lógica e a transparência do procedimento.