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Um servidor público civil do Estado de Alagoas, após cumprir o período legal de estágio probatório, adquire estabilidade no cargo. Essa garantia visa assegurar a continuidade do serviço público e proteger o servidor contra exonerações arbitrárias ou por motivos de ordem política ou ideológica, conforme estabelecido no regime jurídico que rege os servidores estaduais.
Um servidor público estadual de Alagoas, ao lidar com um cidadão que busca informações sobre um serviço público, demonstra impaciência e utiliza linguagem inadequada, causando constrangimento ao solicitante. Essa conduta, além de violar os princípios da cordialidade e do respeito, pode ser interpretada como uma falha ética grave, especialmente considerando as disposições do Código de Ética Funcional do Servidor Público do Estado.
Um servidor público estadual de Alagoas, no exercício de suas funções, depara-se com uma situação que exige discrição e sigilo absoluto para proteger informações estratégicas da administração pública. Considerando os princípios éticos que regem a conduta do servidor, conforme estabelecido na legislação estadual, assinale a alternativa que descreve corretamente a obrigação fundamental relacionada a essa situação.
Uma servidora pública estadual, lotada em uma unidade de saúde da rede SESAU, ao se deparar com um paciente em situação de vulnerabilidade social e econômica, decide direcioná-lo a um serviço de assistência social sem, contudo, informar previamente ao seu superior hierárquico sobre a ação. Posteriormente, a servidora é questionada sobre a sua conduta, sendo alegado que tal procedimento extrapolou suas atribuições e poderia ter gerado descontinuidade na prestação do serviço. A servidora justifica sua atitude como um ato de humanidade e solidariedade, visando garantir o bem-estar do cidadão.
Um servidor público da área de saúde do Estado de Alagoas, ao participar de uma reunião de equipe, manifesta publicamente opiniões contrárias aos princípios éticos estabelecidos para a Administração Pública, alegando que tais regras são excessivamente burocráticas e limitam a autonomia profissional. Ele defende que a sua conduta privada não deve interferir em sua atuação profissional, e que a legalidade estrita não deve se sobrepor à sua convicção pessoal.